Susan Boyle não é atriz, não tem experiência com a indústria do entretenimento, não tem belas pernas e nem um rosto vendável, mas ainda assim foi responsável por uma noite de lágrimas e comoção no antigo continente, quando surpreendeu a todos os espectadores de uma versão britânica do “Ídolos”.
Bem, Susan parecia um sapo se transformando em princesa na frente de todos, na tela da TV, subjulgada e humilhada antes mesmo de poder mostrar sua capacidade lírica e potencial vocal, a senhora foi do fel ao mel em segundos e vimos a ignorância humana exposta em tentativas ridículas de explicação. Ou seja: você é feio? Gordo? Baixo? Não tem dentes? Então constatamos que você é incapaz. Uma burra constatação da mídia refém de um senso burro de mercado que não faz muito tempo que adotamos.
Pare e pense: você assiste as belas mulheres em toda parte na TV: na malhação, nas novelas, nos programas de auditório, no BBB, nos clipes musicais, nos telejornais, nos bons empregos. Logo constatamos que o talento é conseqüência da beleza. Não importa se ela é burra, desde que tenha um belo par de pernas e um rosto bonito.
Consequentemente as pessoas realmente talentosas, abaladas em sua auto-estima por nem sempre pertencerem à um padrão de beleza dominante, acabam diminuídas, encolhidas, marginalizadas e subvalorizadas, como aconteceu por tanto tempo com Susan Boyle.
As pessoas fazem um alarde com isso. Claro que Susan Boyle merece todo o reconhecimento (ainda que tardio) de seu talento, mas… quantas Susan Boyle não devem existir por aí? Subestimadas em subempregos enquanto poderiam estar fazendo a diferença no mundo.
Porque diabos insistimos em ter homens e mulheres acéfalos na mídia ditando modas inúteis e contribuindo zero para o amadurecimento, evolução e qualidade artística e humana de nosso país? Até quando teremos que engolir pessoas desprovidas de talento e dons em troca de bundas e bocas?
Pense, caro amigo… talvez, como Susan Boyle, você deva enfrentar os paradigmas para mostrar seu talento e feiúra, mas surpreender o mundo para, enfim, colher os seus louros ou… viver num anonimato burro vendo as pessoas chacoalharem suas bundas num ritmo de funk carioca calado.
Bem, Susan parecia um sapo se transformando em princesa na frente de todos, na tela da TV, subjulgada e humilhada antes mesmo de poder mostrar sua capacidade lírica e potencial vocal, a senhora foi do fel ao mel em segundos e vimos a ignorância humana exposta em tentativas ridículas de explicação. Ou seja: você é feio? Gordo? Baixo? Não tem dentes? Então constatamos que você é incapaz. Uma burra constatação da mídia refém de um senso burro de mercado que não faz muito tempo que adotamos.
Pare e pense: você assiste as belas mulheres em toda parte na TV: na malhação, nas novelas, nos programas de auditório, no BBB, nos clipes musicais, nos telejornais, nos bons empregos. Logo constatamos que o talento é conseqüência da beleza. Não importa se ela é burra, desde que tenha um belo par de pernas e um rosto bonito.
Consequentemente as pessoas realmente talentosas, abaladas em sua auto-estima por nem sempre pertencerem à um padrão de beleza dominante, acabam diminuídas, encolhidas, marginalizadas e subvalorizadas, como aconteceu por tanto tempo com Susan Boyle.
As pessoas fazem um alarde com isso. Claro que Susan Boyle merece todo o reconhecimento (ainda que tardio) de seu talento, mas… quantas Susan Boyle não devem existir por aí? Subestimadas em subempregos enquanto poderiam estar fazendo a diferença no mundo.
Porque diabos insistimos em ter homens e mulheres acéfalos na mídia ditando modas inúteis e contribuindo zero para o amadurecimento, evolução e qualidade artística e humana de nosso país? Até quando teremos que engolir pessoas desprovidas de talento e dons em troca de bundas e bocas?
Pense, caro amigo… talvez, como Susan Boyle, você deva enfrentar os paradigmas para mostrar seu talento e feiúra, mas surpreender o mundo para, enfim, colher os seus louros ou… viver num anonimato burro vendo as pessoas chacoalharem suas bundas num ritmo de funk carioca calado.


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